Conheça AKROTIRI, em Santorini

Como vocês sabem esta semana estou postando tudo o que rolou nos bastidores do meu Casamento Grego em Santorini. Fiquem a vontade para sonhar, dar risadas e qualquer dúvida, entrem em contato comigo!! Bjs e boa leitura:

Quando acordei na nossa suíte no segundo dia de festa, eu e André rimos muito dos acontecimentos do dia anterior. “Será que o pessoal vai estar de pé para os passeios do dia?” perguntei assustada para o André, que disse com firmeza que sabia que todos estariam prontos para mais um dia de festa. E não é que ele estava certo? Quando chegamos no salão para tomar o café da manhã, uma salva de palmas nos recebeu. O nosso grande e estimado grupo de convidados já estava animadíssimo para passear por Akrotiri. E eu nunca imaginei (e imagino que a Virna também não) que um passeio em um sítio arqueológico poderia ser tão animado e polêmico como este foi.

Levamos dois ônibus lotados e muita animação até Akrotiri, para apresentar nossos convidados às ruinas antigas da ilha. A história surpreendente de Akrotiri foi introduzida por mim e pela Virna, mas foi contado com riqueza de detalhes pelo nosso querido convidado Sten, um grande historiador e conhecedor de Santorini. A descoberta e escavação de Akrotiri nos anos 60 trouxe muito entusiasmo para quem gosta de história, pois lá foram encontrados sinais de habitação de 4 mil anos antes de Cristo. Akrotiri é mesmo um lugar especial e a sofisticação na estrutura, objetos de decoração e construção é digna dos deuses gregos. E tamanha foi a nossa empolgação com aula de história que Sten nos deu dentro do sítio que eu e Virna fomos chamadas por uma das guias do local. “Ou vocês

param com isso agora ou eu chamo a polícia, pois ele não é um guia autorizado”, ameaçou a funcionária do local. Em respeito ao trabalho dela, corremos e passamos a informação para nosso grupo e garantimos boas risadas até o final do passeio. Como ninguém foi preso, seguidos para um excelente beach bar em  Perivolos para curtir um pouco a praia e almoçar. Mal sabíamos que ainda teríamos muitos “bafafás” em alto e bom grego.

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O verão grego é sempre um lindo verão. Casinhas brancas, mar azul da cor do céu, turistas charmosos e relaxados, nativos bronzeados e misteriosos. E era sim que estava aquele começo de setembro, no nosso segundo dia de festa. Depois do “susto – vou-chamar-a-polícia” em Akrotiri, seguimos para um bech bar na praia de Perivolos para relaxar, beber e comer bem e em ótima companhia. Avisamos ao gerente do local que nosso grupo era grande, na verdade, que éramos mais de cem. Ele arregalou os olhos e colocou todos os garçons a postos. Passeamos um pouco pelas camas montadas na praia, conversamos com grandes amigos que há muito não via e nos acomodamos na beira da piscina com alguns mojitos e um club sandwich. Muitas risadas depois, chegou a hora de irmos embora e percebemos que muitos convidados ainda estavam esperando o pedido que tinham feito. Como eu e André ainda tínhamos ensaio de fotos externas naquela tarde, fiquei um pouco apreensiva com a confusão greco-brasileira que começava a a se formar na entrada do beach bar. Algumas amigas minhas e seus maridos zangados queriam conversar enquanto os garçons tentavam segurá-los. Um grego gigante e bombado (e mais nervoso ainda) que parecia ser o dono do local apareceu e foi quando eu percebi que tinha que correr daquele stress. Minha mãe, que na hora teve a ideia de tomar as rédeas da situação, a Virna e minha prima grega ficaram para trás para resolver o rolo dos pedidos que não tinham chegado e consequentemente não tinham sido pagos. Da esquina onde ficava o estacionamento, fiquei observando a situação se acalmar até que todos os convidados foram liberados e seguiram rumo o segundo e último ônibus. Todos dentro do transporte, rimos muito da situação enquanto cada um tentava explicar o seu lado da história. De repente, algum dos convidados olhou pela janela e gritou “O garçom está vindo atrás da gente!” e todo mundo virou o rosto a tempo de presenciar aquela motoca velha fechando o nosso ônibus e obrigando o motorista a parar. Quando o mesmo garçom que estava envolvido em todas as discussões anteriores subiu no nosso ônibus para falar que ainda faltava 20 euros para fechar a conta, meu sangue grego ferveu.  Meu pai logo me passou o dinheiro que faltava para ele nos deixar em paz. E ainda assim ele tentou cobrar mais, gritei algumas poucas e boas com meu bom e velho sotaque de Santorini para ele descer do ônibus imediatamente e o resto virou piada.

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